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A união faz a força



 


A união faz a força


Aqui seguem algumas dicas de como você pode dialogar com seu parceiros sobre a divisão de tarefas diárias:

A experiência dos consultórios terapêuticos oferecem dicas valiosas para quem precisa negociar o trabalho em casa. Confira o que pode facilitar a conversa com a família:


• Se estiver se sentindo esgotada, não hesite em falar. O jogo mental é um dos principais fatores de desgaste nos relacionamentos.


Tem uma questão na conjugalidade de que um acha que o outro adivinha o que ele ou ela está pensando — explica Patrícia Scheeren, doutora em Psicologia pela UFRGS e especialista em terapia de família e casal pelo Instituto da Família de Porto Alegre (INFAPA).


Ao invés de esperar a iniciativa do outro, é melhor ser objetiva quanto ao que não está funcionando e dar sugestões do que ele pode fazer.




Converse com calma e com tempo. Há poucas chances de que as coisas se resolvam no calor de uma briga ou cinco minutos antes de sair para o trabalho. Reservar momentos para colocar as coisas na mesa diminui a frequência das discussões e as chances de o casal recorrer à terapia.


Para manter o tom do diálogo, não acumule frustrações. Patrícia observa que muitas mulheres só verbalizam seus incômodos quando já estão no limite, o que provoca explosões em momentos inesperados.


Fale sobre você. Por mais fundamentadas que sejam, as acusações dificultam o diálogo. Patrícia afirma que o ideal é expressar os seus sentimentos e incentivar o outro a fazer o mesmo, mostrando-se disponível.


Evite os termos absolutos. Dificilmente alguém “sempre” faz alguma coisa ou “nunca” faz nada. Aposentar essas palavras mantém a discussão produtiva, ajudando o casal a não perder tempo.


Em um acordo, ambas as partes precisam ceder. É importante que os homens estejam abertos a participar e que as mulheres não centralizem todo o trabalho.

— A gente tem que pensar em uma complementaridade — diz Fabiana. — A participação de cada um nunca vai ser a mesma do outro, mas essa também é a riqueza da relação conjugal.








Nem sempre é preciso ensinar tarefas ao outro. Avalie se ele está fazendo algum trabalho errado ou apenas de uma forma diferente da sua.

A gente não é mãe do nosso marido. Se você delega alguma coisa e fica desestimulando com críticas, nunca vai ter um aliado.


O ponto de equilíbrio varia entre os lares. Mais importante do que estabelecer papéis fixos é que os casais sejam flexíveis para acomodar as demandas do dia a dia e cooperar entre si.


• Se vocês têm filhos, lembre-se que o funcionamento do lar servirá de exemplo para eles no futuro.  Fernanda Luna Telichewsky, 34 anos, acredita que o fato de o marido estar habituado a cuidar da casa tornou a divisão das tarefas mais natural.


— É uma questão de costume e é a mesma educação que pretendemos passar para o nosso filho — conta.











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